sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Viagens a Chapada Diamantina




Hoje vou falar de um lugar que adoro e onde fui 6 vezes: Chapada Diamantina. Para aqueles que não sabem, este lugar abençoado fica no centro da Bahia.

Na primeira vez que fui estava atrás de aventura, mas não tinha noção do que ia encontrar lá. Isto foi em 2000, numas férias. Foi uma viagem com pouco planejamento e o que encontrei em uma semana de viagem foi surpreendente. Conheci paisagens tão diferentes entre si em tão pouco tempo, que demorei para assimilar tudo.

A Chapada oferece desde caminhadas mais leves e banhos de rios para aqueles que querem somente relaxar até trilhas mais aventureiras com rapel em cachoeiras e muito mais.

Vou citar alguns destes lugares (Alguns ainda pouco divulgados) e dicas:

Hospegadem: A principal cidade é Lençóis, que possui uma boa estrutura para turistas, para todos gostos e bolsos. O turista encontra desde pousadas simples até hotéis de luxo. Os preços variam muito entre alta temporada e baixa temporada. Se viajar nos meses de setembro, outubro e novembro (Fora de feriados), se consegue ótimos preços. Fora Lençóis, existem algumas cidades como Seabra e Palmeiras que tem lugares para hospedagem, mas com menos estrutura.

Agências e guias: Lençóis tem várias agências e operadoras, que em sua maioria oferecem os mesmos roteiros. Existem algumas voltadas para os mais aventureiros e que oferecem rapel, passeios de bicicross e outros. Para os que não optarem por agências, podem contratar guias. Mas aí vale uma observação: Procure guias registrados na associação de guias, que fica localizada na entrada da cidade. Não aceite os guias que se oferecem nas ruas.

Passeios:
Morro do Pai Inácio, Pratinha, Serrano e Ribeirão do Meio: São os roteiros mais tradicionais e qualquer agência faz. Para o Morro e Pratinha, é necessário ir de carro.

Poço Encantado: Fica numa propriedade privada, em outro município. Dista umas 2 hs de Lençóis. Se for em dia de sol e estiver entre abril e setembro, é um verdadeiro show ver o raio de sol entrando por uma fresta da gruta, onde fica o poço. Daí se tem uma visão fantástica do poço de mais de 60 m de profundidade e o reflexo das paredes da gruta na água.

Cachoeira do Sossego: Para chegar a esta bonita cachoeira, se segue uma trilha que saí de Lençóis e leva de 2 a 3 horas, dependendo da condição física. Boa parte da trilha segue o leito de um rio. Não é aconselhável fazer sem guia, porque não tem sinalização e várias bifurcações.

Cachoeira da Fumaça: É a maior cachoeira do Brasil e fica no município de Palmeiras. Exige um deslocamento de carro até lá. Depois são 2 h de trilha. A primeira parte é mais difícil toda de subida e boa parte de pedra. Mais a visão que se tem, da parte de cima da cachoeira, compensa qualquer esforço. Este roteiro exige um dia inteiro.
Outra opção para conhecê-la é o roteiro conhecido como Cachoeira da Fumaça por baixo. São três a quatro dias indo de Lençóis até a cachoeira, tendo a visão de sua parte de baixo. Já fiz esta trilha duas vezes e garanto que é fantástica, mas exige um grande esforço.
Um fato curioso sobre mim nesta trilha foi que no dia 11 de setembro de 2001, dia do atendado ao WTC, estava no segundo dia da trilha e só fui saber do atentado 3 dias depois. Nem eu e nem ninguém que estava comigo tinha a mínima noção do que tinha ocorrido.

Vale do Pati: É outra trilha para três ou quatro dias. E passa por lugares como Gerais do Vieira, Morro do Castelo e diversas cachoeiras, onde se destaca o Cachoeirão, que é um conjunto constituído de várias cachoeiras que descem de três paredões, localizadas num vale.

Fotos: De uma das 2 vezes que fiz a trilha da Cachoeira da Fumaça por baixo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Em Santiago e volta ao Brasil - 25 e 26/8/2007


No dia 24/08, dei vazão ao meu lado consumista e fui visitar lojas em Santiago. A cidade tem boas livrarias e centros comerciais. Aproveitei para comprar uma máquina fotográfica, que estava um preço menor que no Brasil. E mais uma vez fui almoçar no Mercado Central, onde comi um ótimo salmão, ao molho de camarão e mariscos, no restaurante La Joya Del Pacifico.

Do Chile, com certeza, sentirei saudade das comidas, pois adoro frutos do mar. :)

E claro, que estando em Santiago, não poderia deixar de trazer vinho, que é outro item de minha preferência. Infelizmente, como não tive tempo, não pude visitar as vinículas. Mas para os que desejarem, elas são várias, próximas da cidade e várias agências oferecem tours.

Dica: Na cidade, você encontra boa variedade de vinhos, e com bom preço, no Supermercado Diez, na Providencia.

No dia seguinte, foi a vez de encerrar esta viagem de quase três semanas. Pena que acabou. Outra destas, só nas próximas férias. O vôo de retorno, pela Lan Chile, tinha, em sua maioria, brasileiros. E vindos de excursão, com muitas e muitas compras. Parecia até retorno de muambeiros do Paraguai. rssss.

Do vôo vale destacar o visual da Cordilheira dos Andes, minutos depois da decolagem. Se puder, esteja numa janela do lado direito e desfrute.

Foto: Vista de Santiago, a partir do Cerro S. Cristobal.

Em Viña Del Mar e Valparaiso - 24/8/2007




Neste dia, uma sexta-feira, decidi visitar as cidades de Viña Del Mar e Valparaiso, que são próximas uma da outra, e distam 1h30 de Santiago aproximadamente. Foi o dia mais frio de minha visita ao Chile, com temperatura de 0 grau às 8 hs da manhã.

Para ir, poderia utilizar uma das dezenas de tours oferecidos pelas agências de viagem e que custam em média US$ 50,00. Mas resolvi ir de forma independente (E mais barata!).

Primeiro, de metrô até a estação Pajaritos. Lá, na parte de cima, fica uma das estações de ônibus. Ali comprei a passagem para Valparaiso (3.400 pesos) e 10 minutos depois o ônibus saiu.

Chegando em Valparaiso, felizmente o tempo estava bom. Caminhei pela cidade, visitando alguns pontos interessantes. Dentre eles, a pequena, mas bonita Plaza Sotomayor, onde tem um monumento da Marinha Chilena e o funicular Artilleria. Na parte alta deste último, está o Paseo 12 de Mayo, com uma ótima vista da cidade, de seu porto e sua costa. Aí encontrei muitos brasileiros, que estavam em excursão. Neste local, tem um restaurante, que não lembro o nome, com uma decoração bem inusitada, composta de móveis e utensílios bem antigos. E que tem um ótimo salmão. :)

Depois do almoço, segui para Viña Del Mar, de metrô. Este trecho, tem uma bonita parte da viagem que é por cima, passando pela orla. Em Vinã, segui andando pela orla. Vi algumas pessoas na praia, mesmo com muito frio. Visitei um palácio que fica na orla e o museu que tem um Moai. Daqueles da ilha da Páscoa. O retorno para Santiago foi de ônibus também e custou 3.700 pesos.

A curiosidade deste dia foi minha primeira vez vendo o Oceano Pacifico. Pena que não deu para arriscar um banho, com tanto frio.

Fotos: À esquerda, a orla de Viña del Mar e à direita Valparaiso, a partir do funicular Artilleria.

Em Santiago - 23/8/2007




Neste dia, primeiro estive no Cerro S. Cristobal. Para lá, você pode ir de metrô, até a estação Baquedano. E andar até a entrada do Cerro. No local, existe um funicular que leva para dois níveis: No mais alto, existe uma pequena capela, restaurantes, quiosques e uma boa vista da cidade. No nível médio, tem o Jardim Zoológico.

Como estava muito frio, fui direto para a parte alta, sem passar pelo Zôo. A vista da cidade ficou prejudicada pelo tempo nublado. Mas a subida valeu a pena. O preço do funicular (Ida e volta) foi 1.200 pesos.

Depois, estive no Cerro S. Lucia, que é menor e mais próximo do centro. Tem uma bonita visão e é ponto de encontro de estudantes, que eram maioria no local.

Estive também no interessante Mercado Central, local indispensável de visita. No local tem venda de variadas espécies de legumes, frutas e outros gêneros alimentícios. E principalmente uma grande área de venda de peixes e mariscos. Mas apesar disto, bem limpo.

Outras atrações do local são seus restaurantes. A maioria tendo como especialidade os pescados. Almocei no restaurante El Galeon. Comi uma boa e farta paella, que tinha frutos do mar e carnes. E não saiu caro.

Uma curiosidade que observei neste dia foram alguns “Paseos” do centro da cidade, que parecem calçadas de pedestres, mas na verdade são pistas normais de carro. :)

Fotos: No Cerro Santa Lucia.

Em Santiago - 22/8/2007




Em Santiago, fiquei num hotel no bom bairro de Providencia. O nome do hotel é Alcala Del Rio e a diária de US$ 67,00.
Santiago é uma cidade bem servida por transporte público. O metrô possui 4 linhas e corta boa parte da cidade. Além disso é bem em conta. A depender do horário custa entre 380 e 420 pesos.
Comecei minha visita à cidade, indo a SENATUR (Secretaria de Informações Turisticas), que se localiza próxima à estação Manuel Montt. Lá eles fornecem dicas e folhetos sobre as principais atrações da cidade e também de Viña Del Mar e Valparaiso.
Neste dia, visitei lugares no centro da cidade. Primeiro, a Plaza de Armas, onde se concentram alguns pontos turísticos: Catedral e Museu Historico Nacional. Para quem gosta de história (como eu), este museu é muito interessante, pois possui uma coleção bem completa da história do Chile e da América. Mostra desde os povos pré-descobrimento, até o golpe militar de 1973. A entrada custa 600 pesos.

Depois visitei outros pontos, como o palácio do governo (La Moneda). No geral, achei a cidade bem limpa e sinalizada, inclusive para pedestres. E um trânsito que flui bem. Coisa difícil em cidades grandes brasileiras.

As fotos acima são da Catedral e Plaza de Armas.

Para Santiago - 21/8/2007

Depois da emoção de conhecer Machu Picchu e as outras atrações que Cusco tem a oferecer, foi hora de seguir para Santiago.
Saindo de Cusco, fui num vôo da Lan Peru, para Santiago, com conexão em Lima. O vôo até Lima é rápido, menos de 1 hora de duração. No aeroporto de Lima, esperei bastante, porque a conexão foi somente 6 horas depois. Não vi marcas do terremoto.
O vôo até Santiago foi pontual e cheguei na madrugada do dia 22/08, com muito frio. Duas coisas desagradáveis ocorreram no aeroporto de Santiago. A primeira foi minha mochila grande ser barrada por causa de um sabonete. Isto mesmo, um sabonete. O cara da revista achou que era fruta ou outro alimento e quase me fez abrir e desfazer minha mochila. Mas depois de explicado, ele deixou passar, sem isto ser necessário. A outra coisa foi mais chata. Na casa de câmbio do aeroporto, troquei US$ 50,00. A cotação estava 508,00 pesos por US$ 1,00. Como estava com muito sono e o valor em pesos é alto, não notei que tinha recebido menos. Deveria receber 25.400 pesos, mas recebi somente 24.400 pesos.
Dica: Troque em casas de câmbio do aeroporto, somente um pequeno valor, para necessidades imediatas. Geralmente, a cotação é menor que em outros lugares.

sábado, 22 de setembro de 2007

Machu Picchu - 20/08/2007











Depois de anos, e com até terremoto tentando atrapalhar meu objetivo, finalmente era dia de conhecer Machu Picchu.

Acordei às 4h30 e saí com o grupo às 5h30. Isto para pegar os primeiros ônibus que seguem de Aguas Calientes para Machu Picchu. O percurso é pequeno, mas a estrada é um grande zigue-zague, com grandes vales.

Na chegada, tinha uma grande fila e não estava aberto ainda. Só começou a entrar após 6h30. Não deu para ver o nascer do sol lá dentro.

Curiosidade: Tem um hotel ao lado da entrada (Machu Picchu Lodge Sanctuary), que custa a bagatela de US$ 700,00 a diária. Não é para mim, com certeza. :)

Após a entrada e uma pequena subida, a primeira visão foi semelhante às famosas fotos, mas mesmo assim causa uma grande emoção.

Como houve atraso na entrada de umas meninas do grupo, não foi possível subir Huayna Picchu, porque havia estourado o limite diário de 400 pessoas.

Dica: Ao entrar, vá direto para a entrada de Huayna Picchu, pegue um selo que dá direito a subida e depois comece a visita. Infelizmente, eu não recebi esta dica antes. :(

Mas isto não foi nada que decepcionasse a visita. Durante umas 5 horas, fiquei fuçando cada canto do lugar. E realmente é íncrivel sua grandiosidade e a precisão dos incas, em suas construções. E também a ótima preservação também. Somente neste dia, foram mais de 200 fotos. Um fator bom de chegar cedo é não enfrentar as multidões que chegam de trem, a partir de 10 hs.

Depois de cansar, subindo e descendo as escadas de Machu Picchu, voltei satisfeito e feliz para Aguas Calientes. E à tarde, retornei para Cusco, com o mesmo trajeto (Trem até Ollantaytambo e depois ônibus).
E no dia seguinte, me despedi de Cusco. Era hora de ir para Santiago do Chile.
Fotos: Não precisa falar que são em Machu Picchu. :)

De Cusco para Aguas Calientes - 19/08/2007



Saí do hotel e segui com uma pessoa da agência, até o ônibus turístico, que foi até Ollantaytambo. A saída do ônibus foi cedo, às 7 hs. Este dia foi nublado e muito frio e o dia todo sem sol.

Em Ollantaytambo, saiu o trem para Aguas Calientes. Meu bilhete já estava comprado pela agência.

O trem saiu no horário e estava lotado. Muitos iam para Machu Picchu e retornariam naquele mesmo dia. Eu preferi dormir em Aguas Calientes e visitar M.P. no dia seguinte, com bastante tempo para curtir o local.

O trem é lento, e o trajeto leva 2 horas, mas o com visual bonito se esquece do tempo. No caminho, vi algumas pessoas que estavam na trilha inca.

Chegamos cedo a Aguas Calientes, que é um povoado simpático e pequeno, com ruas principais cheias de restaurantes, internet, lojinhas e outros comércios voltados para o turista. Tudo mais caro que em Cusco.

Dia de dormir cedo, pois o dia seguinte de madrugada era seguir para Machu Picchu finalmente.

Dica: Para os que vão para Machu Picchu, é bem tentar reservar através de agências, com antecedência. Eu, por exemplo, não fiz a trilha inca pois busquei em cima da hora. Procurei em julho e só tinha vaga para outubro. Para ir de trem, não precisa de tanta antecedência. Para aqueles que querem ir caminhando de qualquer forma, existe uma trilha alternativa, chamada Salcantay, que as agências também fazem e que não tem controle de número de pessoas. Outro detalhe: Esta antecedência, que citei, varia de acordo com o período do ano. Na alta temporada (De Junho a agosto) uns 4 meses. Na baixa (Janeiro a março), até já na cidade é possível conseguir, mas nesta época chove bastante também.

Fotos: Trem em Ollantaytambo e Aguas Calientes.

Cusco - Ruínas Incas - 18/08/2007




Neste dia, fiz meu último tour em Cusco, indo conhecer as ruínas incas, próximas à cidade. A mais distante fica a 8 km.

Existe a opção de ir com agência, mas preferi ir independente. Mais tempo para curtir os lugares e fotos. Mas para aqueles que preferirem, as agências não cobram caro. São 50 soles incluindo as ruínas e um city tour pela cidade, num dia inteiro.

Peguei um táxi para ir primeiro a Tambomachay. Inicialmente, iria voltar andando, mas depois resolvi utilizar o táxi, para parar em cada ruína e depois retornar a Cusco. A caminhada não é longa, mas sozinho não é muito seguro.

Em Tambomachay, tem uma ruína principal com canal de água, que parece original e ainda funciona. Neste local, encontrei um casal mineiro, que encontraria novamente em Aguas Calientes.

Depois fui para Puca Pucara, que tem algumas ruínas e grandes paisagens.

Em seguida para Qenqo, onde tem umas passagens subterrâneas, com pedras trabalhadas, onde ocorriam sacrifícios de llamas e também humanos.

E por último Saqsayhuaman. Aqui contratei uma guia (20 soles), para mostrar as ruínas e falar um pouco da história do lugar. E valeu a pena. O lugar é incrível, principalmente o local onde se realiza o Inti Raimi, com grandes paredes de pedra em zigue-zague, ou o que restou delas, pois a maior parte foi levada pelos conquistadores espanhóis, para construção das novas casas e igrejas, em Cusco.

Retornei a Cusco e após almoçar visitei a Catedral. A Catedral é incrível, e com certeza a igreja mais bonita que já vi. Até os altares secundários são grandiosos. O altar principal é todo de prata. Atrás deste, outro altar com estilo barroco. Junto da Catedral, formando um complexo, tem mais duas igrejas. Alguns pontos que chamam a atenção também são a pintura do terremoto de 1650 e N. Sr. Dos Temblores e o Coro, com suas cadeiras trabalhadas de madeira e os dois grandes orgãos.

Visitei também o Convento de Santa Catalina (Museu). Simples e com pinturas cusqueñas religiosas.

Um fato interessante, deste dia, foi que em no maior centro de artesanato, que visitei, havia um grupo arrecadando donativos para as vítimas do terremoto. daí resolvi comprar algumas roupas e doar. No momento em que entreguei os donativos, o líder do grupo falava ao microfone e tinha umas 20 pessoas ao redor. Daí, ele me agradeceu e pediu palmas. E após perguntar de onde era, agradeço aos hermanos brasileños. Claro que na hora fiquei com a maior vergonha.

Depois retorno para hotel, que dia seguinte era ida para Aguas Calientes.

Fotos: Em Saqsayhuaman.

Em Cusco - City Tour - 17/08/2007




No dia seguinte (17/08), resolvi fazer um city tour em Cusco, por conta própria. Após comprar o boleto turístico (70 soles), que dá direito a visitar 16 lugares diferentes na cidade e imediações, e com mapa na mão, foi conhecer a cidade.

Primeiro fui ao Museu Histórico Regional (com boleto turístico). Museu básico com histórico inca, e também com peças e pinturas cusqueñas. Visita rápida.

Segui para a Compañia de Jesus (10 soles a entrada). Linda igreja, com altar suntuoso. Além de valer a visita, permite subir ao coro. De lá, a visão é ótima e dá para tirar boas fotos da Plaza de Armas.

Depois fui ao Museu Inca (10 soles a entrada). Museu bem completo. Mostra peças, histórico, maquetes etc., desde as culturas pré-incaicas até a dominação espanhola. Vale uma visita com calma.

O almoço foi num restaurante próximo, mais uma vez com quinua e truta. E um bom preço de 20 soles, que incluiu cerveja e pisco sour.

Após almoço, visitei Qorikancha (com boleto turístico). Pequeno museu, com peças incas. Depois do Museu Inca, foi um pouco repetitivo. Subi para a Igreja de Sto. Domingo, que foi construída utilizando a base do templo de Qorikancha (6 soles a entrada). Tem dois ambientes que fizeram parte do templo original de Qorikancha. Possui várias pinturas interessantes.
Fui à Catedral, mas como estava próximo de fechar (18 hs), comprei o ingresso ( 16 soles), mas deixei para o dia seguinte. Aproveitei o restante do tempo num mercado de artesanato ao lado da Catedral, para comprar lembranças.

Neste dia, fez um tempo bem frio à tarde. Sobre o clima em Cusco, na maioria dos dias esteve bom, com sol, durante o dia. Mas à noite, esfriava bastante. Lembrando que foi em agosto.
Fotos: Plaza de Armas, do alto da Compañia de Jesus e a outra com a Compañia de Jesus e Catedral.

Em Cusco - Valle Sagrado dos Incas - 16/08/2007




No dia 16/08, logo cedo vi mais notícias sobre o terremoto e já tinha relato de mais de 300 mortos na região de Ica, Chincha e Pisco. Mais uma vez, tranquilizei minha família.

Umas 9 hs, saiu o tour para o Valle Sagrado dos Incas, num micro-ônibus. Fui na cadeira da frente, o que permitiu uma ótima visão de toda paisagem.

Primeiro paramos em Pisac, onde nos dias de terça, quinta e domingo, existe uma feira de artesanato. Por este motivo, a maioria das agências somente faz este tour nestes dias. Ainda em Pisac, visitamos as ruínas incas do local. Aí foram encontradas algumas tumbas, mas infelizmente já saqueadas por indivíduos que procuravam por peças de ouro ou qualquer coisa de valor.

Almoçamos em Urubamba, onde existem vários bons restaurantes e também hotéis, para aqueles que quiserem se hospedar e explorar com mais calma o Valle Sagrado.

Durante o alomoço, conversei com um casal espanhol, de Barcelona, Francisco e Alicia, que também estavam no tour de Puno. Eles estiveram em Ica, 5 dias antes do terremoto e ainda não sabiam as consequências. Se mostraram bastante surpreendidos e aliviados, quando contei. Ica foi uma das localidades com mais danos do terremoto, com mais 80 % de casas totalmente destruídas.

Depois do alomoço, seguimos para Ollantaytambo. O lugar inca mais surpreendente até aquele momento, com terraças grandes, onde eles cultivam diversas plantas, principalmente maiz e variadas papas. No alto destas ruínas, há o Templo do Sol e a parte urbana embaixo.

Por último, visitamos Chinchero, onde há uma igreja com pinturas antigas. E também outra feira de artesanato, onde houve uma demonstração de algumas mulheres locais de como lavam e pintam a lã, com produtos naturais, extraídos de plantas da região.

Após retorno para Cusco, saí para jantar e aproveitar a noite cusqueña.
Fotos: Meninos peruanos em Pisac e eu em Ollantaytambo.

De Puno para Cusco - 15/08/2007




No dia 15/08, fiz check-out no Hotel e tive umas das poucas irritações da viagem. Tentei pagar com cartão de crédito, e o meu é mais recente, com chip. E a maquineta do hotel era das antigas e não aceitou o cartão. Depois, paguei em dólar, pois não tinha soles suficientes. E de novo, me irritei pois o cara do hotel rejeitou algumas notas que estavam um pouco amassadas. Dica: Na hora do câmbio, para qualque moeda, observem o estado das notas e solicitem a troca se estiverem com danos.

Bom, depois disso segui de ônibus da agência First Class, para Cusco. Este ônibus não foi direto, pois ele ai fazendo um tour por alguns lugares no caminho. Preferi assim, porque a viagem direto leva entre 7 e 8 hs. Este leva 9 hs, mas vc conhece alguns sitios interessantes. Custou US$ 30,00, mas compensou. o ônibus é novo e confortável.

O ônibus faz 5 paradas, incluindo almoço. A primeira parada foi em Pukara, onde tem um museu com peças incas e pré-incas. Mas foi incômodo, porque o museu pequeno e estreito e tinham muitos tours juntos.

A segunda parada foi em La Raya, parte mais alta da viagem (4.100 m), divisa de Puno e Cusco. E onde pode se ver a Cordilheira Oriental dos Andes. Também em La Raya, almoçamos.

Depois uma rápida parada num comércio de artesanato, onde tinha algumas alpacas, llamas e vicunhas para fotos.

A terceira parada foi em Raqchi, onde tem ruínas de um dos centros de governo inca (Suyo), com partes urbana, agrícola e templo. Se mantém ainda as ruínas da parte central do templo e algumas partes da área urbana. Chamou a atenção o encaixe perfeito das pedras, em todas as paredes das obras incas. Isto pude observar também nas ruínas de Cusco e Machu Picchu, principalmente.

Por último, uma parada na igreja de Andahuaylillas, onde existem pinturas, onde algumas estão restauradas ou em restauração. Tem uma curiosa combinação de formas incas, espanholas e árabes.

Cheguei em Cusco às 17 hs e fui para o Hostal Palacio Real, numa rua próxima a Plaza de Armas.

Com a mesma agência, fechei o tour para o Valle Sagrado dos Incas, no dia seguinte.

Depois de alojado no hostal, saí para conhecer a cidade que logo me encantou. Cusco é uma cidade muito bonita, onde destacam-se suas praças e igrejas. E isto tudo misturando-se com um grande fluxo de turistas de todas as partes do mundo. Logo vi, que os comentários de alguns eram verdadeiros, que era um desperdício fazer de Cusco somente de passagem para Machu Picchu.

Nesta saída por Cusco, observei uma movimentação de pessoas numa rua que passei, mas não dei importância. E segui para a agência All Trek Tour, que me levaria para Machu Picchu. Lá terminei de fechar os detalhes da ida para M.P. E também descobri que a movimentação que vi foi em razão de um sismo. Até aí, tudo bem, pois não senti nada. Alguns no meu retorno ao Brasil, disseram que foi em razão do mate de coca ou porque estava bêbado, após algumas cervejas cusqueñas, mas neste horário estava sóbrio. :)

Mas falando sério, até este momento não tinha idéia seriedade do terremoto, ocorrido minutos antes em localidades próximas a Lima. Somente soube com detalhes na TV, quando cheguei ao hotel. Em Cusco, houve somente um pequeno reflexo de 2 ou 3 graus na escala Ritcher.

Sabendo da repercussão que viria sobre o terremoto, tratei de informar minha família e alguns amigos logo.
Fotos: Llama e vicunha na primeira e a segunda é em La Raya.

Puno - Ilhas Urus e Taquile - 14/08/2007



Em 14/08, a saída do hotel foi bem às 7 hs. Depois da ida de minibus até o porto, saímos de lancha para as ilhas. Primeiro, para as interessantes ilhas de Urus e depois para a Ilha Taquile.

Esta lancha foi mais confortável e rápida que a da Bolívia.

Depois de meia hora, chegamos nas Ilhas de Urus. Estas ilhas são muito interessantes, pois são flutuantes e todas feitas de totora (espécie de junco). desde a estrutura de sustentação, que é das raízes da planta, até a cobertura do “solo”, que são várias camadas do caule da planta. Mais ou menos 2 metros de espessura. Fora isto, as casas, móveis e barcos são feitos também de totora.

Ficamos algum tempo numa destas ilhas e até andamos de barco de totora.

Depois seguimos para a Ilha Taquile, numa viagem demorada de 2h30. Neste tour não havia brasileiros, mas tinham estrangeiros de diversos lugares: USA, Bélgica, Alemanha, Equador, Venezuela, França, Itália, Inglaterra e Espanha. Haja intercâmbio cultural.

Após chegar à Ilha Taquile, andamos um trecho de subida mais forte e depois um “plano peruano” (pequenas subidas e descidas), até a praça central da ilha, onde tem um espaço com exposição de fotos e outro com mercado cooperativo de artesanato.

Depois de visitar estes lugares e fotos, houve o almoço num restaurante adaptado numa das casas da ilha, com cardápio todo típico (Sopa de Quinua, Truta com vegetais, Mate de coca). Tudo muito rico.

Antes de irmos embora, houve explicações sobre alguns costumes da ilha. As vestimentas que são diferentes para solteiros, casados e líderes. E outra curiosidade que é o fato das pessoas (homens e mulheres) executarem as atividades de cardar e tecer a lã, mesmo quando estão caminhando. Isto eu pude ver enquanto caminhava até a praça.

Depois do retorno para Puno, direto para o hotel. A cidade em si não oferece muito à noite.
Fotos: À esquerda, Ilhas de Urus. À direita, Ilha Taquile.

De Copacabana para Puno - 13/08/2007




Em 13/08, foi o dia que segui para Puno (Peru). Mas isto somente à tarde. Na parte da manhã, conheci um pouco da pequena cidade de Copacabana.

Primeiro fui à Basílica da cidade, que apesar de pequena e simples, é bonita.

Depois subi para o Cerro Calvario, que é um local de peregrinação católica. Subida difícil, principalmente a metade final. O caminho é marcado por 14 estações, cada uma com uma pequena cruz, marcando a Via Crucis. A subida é íngreme mais compensa, pois a visão da cidade e do lago é fantástica.

À tarde, foi a viagem para Puno no ônibus da empresa Tour Peru. A passagem na fronteira foi sem problemas. Depois da fronteira, fiz câmbio de US$ 100,00 (Cotação 1 dolar = 3,16 soles).
O caminho até Puno é pela margem do Lago e é um verdadeiro cenário de cinema. Atravessando o altiplano boliviano, pode-se ver grandes áreas com criação de ovelhas e outras dedicadas à pesca.
Durante o trajeto, uma pessoa da agência Inka Tours me ofereceu os passeios para Ilha Taquile e a ida para Cusco. Fiquei um pouco desconfiado, mas ao chegar ao "terminal terrestre" de Puno e ver o posto de atendimento da agência, resolvi confirmar e fechar com eles.
O tour para as ilhas de Urus e Taquile no dia seguinte custaram 50 soles. Depois de fechar com eles, segui para o Hotel Hacienda. Dica: Fiquei num hotel de nível médio alto, mas a cidade que é média (150.000 hab) oferece opções mais baratas.
Fotos: Cerro Calvario e a cidade de Copacabana vista do alto do Cerro Calvario.

De La Paz para Copacabana - 12/08/2007




No dia 12/08, depois de check-out no hotel, fui de ônibus turístico para Copacabana, da empresa Milton Tours. A maior parte da estrada é boa, exceto algumas partes de terra, próximas a El Alto.

Teve uma parada em Tiquine, povoado onde tem uma travessia de balsa. Tem balsas para passageiros e ônibus separadas. Preço: 1,50 Bs. A passagem é rápida pelo estreito que se liga a Copacabana. A viagem toda até Copacabana leva umas 4 horas.

O guia estava esperando e me levou até o Hostal Colonial. Fiquei no último andar, que tem até vista para o Lago Titicaca. :)

Após almoçar no próprio hostal, saí para Isla del Sol às 13h30, numa lancha de dois pisos. Lenta, com 1h20 de viagem até a ilha. O visual do Lago é demais e compensa a demora da viagem.

A visita foi à parte do sul da ilha. Dica: Para os que querem explorar mais a ilha, o tour é de dia inteiro. Começa no lado norte da ilha, e após 3h30 de caminhada, se chega à parte sul. Outra opção é ficar hospedado nas casas dos moradores.

Depois da chegada, a caminhada foi de 1 hora. O visual do lago é fantástico. Como o dia estava bem claro e com sol, avistasse a Cordilheira Oriental e a Isla de la Luna.

A Isla del Sol tem o mito de ser o local de origem dos incas. Tem população predominantemente aimara. Esta foi uma das culturas pré-incas, que foram dominadas pelos incas. A comunidade aimara tem os príncípios “Ama sua, ama llulla, ama qhilla”, que significam “Não robes, não mintas, não sejas preguiçoso”.

Após a volta para Copacabana, jantei a boa "trucha" local. Peixe mais tradicional do Lago, apesar de não ser nativo, como me explicou o guia.

Bolivia - La Paz - Chacaltaya - 11/08/2007



No dia seguinte (11/08), foi o tour para Chacaltaya, que é uma montanha gelada a 5.300 m de altitude, próxima a La Paz. E que tem uma pista de sky. Porém nesta época, tem pouca neve.

Mas primeiro fomos para o Valle de La Luna, passando pelos melhores bairros de La Paz, na parte baixa da cidade. O lugar é pequeno com trilha de terreno diferente, com pequenos canions e formações rochosas, que dizem se assemelhar com o terreno lunar.

Depois seguimos para Chacaltaya. Subindo a cidade toda, passando por El Alto, e por fim seguindo por uma estrada de terra de 6 km. Pelo caminho vi as primeiras llamas da viagem.

A chegada fica num posto de entrada (A 5.300 m de altitude), e seguimos uma trilha de subida ingreme, por 150 m. Apesar da pequena distância, o esforço é grande, por causa da altitude e o frio. A sensação de frio de temperatura, segundo o guia, era de 10 graus abaixo de zero. Senti falta de ar, cansaço e um pouco de zumbido no ouvido.

Mas o esforço vale a pena. O visual é muito legal, de picos nevados, lagos, o Lago Titicaca a distância etc. Verdadeiros postais ao vivo.

No retorno, para o posto de entrada, tomei um mate de coca, que me aqueceu e aliviou o "soroche" (Mal da Altitude). Aqui vai uma observação: Muitos infelizmente confundem as folhas de coca e o mate, que são tradicionais na Bolivia e Peru, com a cocaína. A folha de coca é uma cultura milenar na região, de povos anteriores aos Incas. E o mate ou mascar as folhas não tem efeito de "droga", como a cocaína. Mas para muitos, fica esta impressão.

Neste tour, tinha uma brasileira gaúcha que vinha viajando desde o Peru, há três semanas e que viajava sozinha. Mais um brasileiro aventureiro pela América do Sul. :)
Fotos: Eu no Valle de La Luna e em Chacaltaya.

Bolivia - Tiwanaku - 10/08/2007




No dia seguinte (10/08), quando acordei estava muito frio, na TV marcava -3 graus. Neste dia, foi o tour para Tiwanaku.
A ida foi em um ônibus turístico antigo. Primeiro, subindo por El Alto e depois seguindo por uma estrada asfaltada boa.
Tiwanaku fica a 3850 m de altitude e mesmo com sol estava frio. Vimos dois museus, com relíquias desta cultura pré-incaica. Depois, diversas ruínas da civilização Tiwanakota. Bem interessante ver que vários dos seus mitos e tradições, foram incorporados pelos incas.

O almoço foi em um restaurante próximo, com sopa de quinua e carne de llama (35 Bs. incluindo a cerveja).

Depois que retornei a La Paz, fechei com a mesma agência o tour do dia seguinte para Chacaltaya (50 Bs.) e minha ida até Puno (Peru), incluindo hostal em Copacabana e ida para Isla del Sol, no Titicaca (US$ 119,00). Dica: Para os que querem economizar mais, é possível conseguir ônibus até Copacabana e depois Puno, por menos que paguei. Mas não quis arriscar, por causa a qualidade dos ônibus bolivianos.

Fotos: Eu em Tiwanaku - Bolivia

Em La Paz - 09/08/2007




No primeiro dia em La Paz, busquei me adaptar a altitude, andando devagar. O que para mim não é fácil. :)


Saindo do hotel, troquei US$ 100,00 por bolivianos (US$ 1,00 = 7,72 bolivianos), em uma casa de câmbio. Dica: Não é indicado utilizar os "cambistas" que são vários e estão pelas ruas. A incidência de notas falsas é grande. Felizmente, este azar eu não tive.

Uma coisa que chama a atenção na cidade é o trânsito muito louco, principalmente os cruzamentos mal sinalizados ou não sinalizados. O que vale é cada um passar, seja carro ou pedestre. :)

Cheguei na Calle Sagarnaga, que é onde está a maioria das agências de turismo e lojinhas de artesanato e roupas, além do Mercado de Las Brujas. Reservei um tour para Tiwanaku, no dia seguinte, por 50 Bs, na agência Sky Bolivia. Todas as outras que pesquisei tinham o mesmo preço.

Depois visitei as lojinhas e comprei algumas lembranças. Dica: Para quem mora em lugares frios, vale a pena comprar roupas em La Paz. Os preços são muito baratos. E pesquisando encontra-se muitos produtos de qualidade.

Também vale a pena a visita ao Mercado de Las Brujas.


Para finalizar o dia, visitei a Plaza Murillo e o Museu Arqueológico de Tiwanaku (10 Bs). Pequeno, mas interessante. Mostra artefatos, múmias e um pouco da história da cultura tiwanakota.

Outras dicas: Existem vários lugares para conexão a Internet e com preços baratos (3 Bs a hora). E alimentação também é barata. Os bolivianos tem uma preferência por "Pollo", assim se encontra frango frito em qualquer esquina. Também algumas "opções" de carne são preparadas em pela rua. Mas para os menos aventureiros, tem um Burguer King na Av. 16 de Julio.
Foto: Calle Sagarnaga - La Paz - Bolivia.

sábado, 15 de setembro de 2007

Indo para Bolivia - 08/08/2007


Depois de anos tentando conhecer Machu Picchu, finalmente consegui nas minhas últimas férias em agosto/2007. Mas a viagem foi muito mais que conhecer somente M.P. Existem muitos lugares fascinantes nos nossos vizinhos sulamericanos.
Por este motivo, após pesquisas e planejamento, segui primeiro para La Paz, no dia 09/08/2007. Detalhe: Independente e sozinho. Não gosto de pacotes e excursões, tipo CVC (Nada contra a empresa! :) ). Somente comprei as passagens aéreas e reservei os hotéis de La Paz, Cusco e Santiago através da agência http://www.p1salvador.com.br/.
Deveria chegar no dia 08/08, mas a LAN Chile cancelou o vôo e não avisou ninguém :( . Fiquei no Galeão quase 24 hs até remarcar o vôo e finalmente viajar. Felizmente, foi o único "mico" da viagem.
E na madrugada gelada do dia 09/08 cheguei ao meu primeiro destino: La Paz. Gelada mesmo, estava com temperatura de -3 graus. E ainda tive que enfrentar a altitude de 4.100 m, pela primeira vez.
A foto é da Plaza Murillo, a principal de La Paz.

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Criei este blog para compartilhar com os interessados (Se aparecerem aqui), informações e dicas sobre lugares que conheci.
Gosto bastante de viajar e só não viajo mais por falta de tempo e $$$.
É isto aí. Nas próximas postagens, falarei primeiro de minha viagem mais recente, para Bolívia, Peru e Chile.