Esta lancha foi mais confortável e rápida que a da Bolívia.
Depois de meia hora, chegamos nas Ilhas de Urus. Estas ilhas são muito interessantes, pois são flutuantes e todas feitas de totora (espécie de junco). desde a estrutura de sustentação, que é das raízes da planta, até a cobertura do “solo”, que são várias camadas do caule da planta. Mais ou menos 2 metros de espessura. Fora isto, as casas, móveis e barcos são feitos também de totora.
Ficamos algum tempo numa destas ilhas e até andamos de barco de totora.
Depois seguimos para a Ilha Taquile, numa viagem demorada de 2h30. Neste tour não havia brasileiros, mas tinham estrangeiros de diversos lugares: USA, Bélgica, Alemanha, Equador, Venezuela, França, Itália, Inglaterra e Espanha. Haja intercâmbio cultural.
Após chegar à Ilha Taquile, andamos um trecho de subida mais forte e depois um “plano peruano” (pequenas subidas e descidas), até a praça central da ilha, onde tem um espaço com exposição de fotos e outro com mercado cooperativo de artesanato.
Depois de visitar estes lugares e fotos, houve o almoço num restaurante adaptado numa das casas da ilha, com cardápio todo típico (Sopa de Quinua, Truta com vegetais, Mate de coca). Tudo muito rico.
Antes de irmos embora, houve explicações sobre alguns costumes da ilha. As vestimentas que são diferentes para solteiros, casados e líderes. E outra curiosidade que é o fato das pessoas (homens e mulheres) executarem as atividades de cardar e tecer a lã, mesmo quando estão caminhando. Isto eu pude ver enquanto caminhava até a praça.
Depois do retorno para Puno, direto para o hotel. A cidade em si não oferece muito à noite.
Fotos: À esquerda, Ilhas de Urus. À direita, Ilha Taquile.
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