Neste dia, fiz meu último tour em Cusco, indo conhecer as ruínas incas, próximas à cidade. A mais distante fica a 8 km.
Existe a opção de ir com agência, mas preferi ir independente. Mais tempo para curtir os lugares e fotos. Mas para aqueles que preferirem, as agências não cobram caro. São 50 soles incluindo as ruínas e um city tour pela cidade, num dia inteiro.
Peguei um táxi para ir primeiro a Tambomachay. Inicialmente, iria voltar andando, mas depois resolvi utilizar o táxi, para parar em cada ruína e depois retornar a Cusco. A caminhada não é longa, mas sozinho não é muito seguro.
Em Tambomachay, tem uma ruína principal com canal de água, que parece original e ainda funciona. Neste local, encontrei um casal mineiro, que encontraria novamente em Aguas Calientes.
Depois fui para Puca Pucara, que tem algumas ruínas e grandes paisagens.
Em seguida para Qenqo, onde tem umas passagens subterrâneas, com pedras trabalhadas, onde ocorriam sacrifícios de llamas e também humanos.
E por último Saqsayhuaman. Aqui contratei uma guia (20 soles), para mostrar as ruínas e falar um pouco da história do lugar. E valeu a pena. O lugar é incrível, principalmente o local onde se realiza o Inti Raimi, com grandes paredes de pedra em zigue-zague, ou o que restou delas, pois a maior parte foi levada pelos conquistadores espanhóis, para construção das novas casas e igrejas, em Cusco.
Retornei a Cusco e após almoçar visitei a Catedral. A Catedral é incrível, e com certeza a igreja mais bonita que já vi. Até os altares secundários são grandiosos. O altar principal é todo de prata. Atrás deste, outro altar com estilo barroco. Junto da Catedral, formando um complexo, tem mais duas igrejas. Alguns pontos que chamam a atenção também são a pintura do terremoto de 1650 e N. Sr. Dos Temblores e o Coro, com suas cadeiras trabalhadas de madeira e os dois grandes orgãos.
Visitei também o Convento de Santa Catalina (Museu). Simples e com pinturas cusqueñas religiosas.
Um fato interessante, deste dia, foi que em no maior centro de artesanato, que visitei, havia um grupo arrecadando donativos para as vítimas do terremoto. daí resolvi comprar algumas roupas e doar. No momento em que entreguei os donativos, o líder do grupo falava ao microfone e tinha umas 20 pessoas ao redor. Daí, ele me agradeceu e pediu palmas. E após perguntar de onde era, agradeço aos hermanos brasileños. Claro que na hora fiquei com a maior vergonha.
Depois retorno para hotel, que dia seguinte era ida para Aguas Calientes.
Fotos: Em Saqsayhuaman.
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